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A linguagem de crianças deficientes auditivas do INES: um estudo avaliativo

(Dalva Alves dos Santos Filha)




Dalva Alves dos Santos Filha. A linguagem de crianças deficientes auditivas do INES: um estudo avaliativo. 01/09/1996
1v. 140p. Mestrado. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - EDUCAÇÃO
Orientador(es): Ligia Gomes Elliot
Biblioteca Depositaria: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - CFCH / UFRJ

Email do autor:




Palavras - chave:
linguagem; desempenho lingüístico; surdez; avaliação


Área(s) do conhecimento:
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

EDUCAÇÃO ESPECIAL

LINGÜÍSTICA APLICADA

PSICOLINGUÍSTICA


Banca examinadora:
Eulalia Fernandes

Ligia Gomes Elliot

Marlene Alves de Oliveira Carvalho


Linha(s) de pesquisa:
Educação e Sociedade Investigação das relações entre educação, instituições e processos sociais mais amplos, como: sist. educacional e reprodução / transformação social; estado, políticas e oportunidades educacionais, organização social, instit. governamentais e acesso à educ


Agência(s) financiadora(s) do discente ou autor tese/dissertação:



Idioma(s):
Português


Dependência administrativa
Federal


Resumo tese/dissertação:
Estudo avaliativo da competência lingüística de alunos do Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES - submetidos a atendimento em idade precoce. Teve por objetivo identificar a linguagem usada pelas crianças, analisar sua competência lingüística e comparar seu desempenho com o de crianças ouvintes de mesma faixa etária e nível sócio-econômico. Participaram da amostra 9 surdos e 9 ouvintes de 8 e 9 anos, que foram entrevistados sobre cenas filmadas em vídeo e sobre atividades escolares e do cotidiano. Um intérprete mediou a entrevista com os surdos. A análise dos dados evidenciou que os surdos usam basicamente a língua de sinais, sendo sua compreensão melhor que sua emissão em português; que, assim como os ouvintes, utilizam comportamentos simpráxicos em substituição a comportamentos lingüísticos, em determinadas situações, e que não conhecem ou não incorporaram algumas regras da língua; que utilizam sinais classificadores para substituir vocábulos que desconhecem; que possuem atraso, em relação aos ouvintes, na identificação da própria escola e de pessoas pelo nome, na verbalização da própria idade, na discriminação dos dias da semana, na compreensão e respostas a perguntas do tipo: quem? onde? quantos? qual? e por que?



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