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Habilidades Metalingüísticas e linguagem escrita nas pesquisas brasileiras de 1987 A 2003

(Karina Pagnez
karina@pagnez.com)



Resumo
Uma vigorosa relação entre aquisição da linguagem escrita e desenvolvimento de habilidades metalingüísticas é amplamente aceita. Este artigo apresenta os resultados de uma revisão das pesquisas feitas com falantes do português brasileiro acerca dessa relação. Teve-se como objetivo conhecer as pesquisas levadas a cabo de 1987 a 2003 e contribuir para o avanço dos estudos nessa área. Os resultados mostraram 121 pesquisas, com aumento de freqüência ao longo do período. Os estudos sobre consciência fonológica são amplamente dominantes. Nos últimos anos houve aumento das pesquisas de intervenção. Dissertações e teses não-publicadas, provenientes de programas de pós-graduação, foram mais numerosas do que os artigos publicados, o que nos sugere a necessidade de maior disseminação do conhecimento a respeito da aquisição da linguagem escrita em sua relação com as habilidades metalingüísticas, provenientes de pesquisas com falantes do português brasileiro.
Palavras-chave: linguagem escrita; habilidades metalingüísticas; consciência fonológica; aquisição da leitura; alfabetização.
 
Introdução
A existência de uma forte relação entre desenvolvimento da leitura e  consciência lingüística, entendida como a habilidade de refletir sobre a linguagem falada, é amplamente aceita (Gombert, 1990; Maluf, 2003).
Este levantamento foi realizado com o objetivo de conhecer a produção brasileira sobre habilidades metalingüísticas e aquisição da linguagem escrita. Teve também como objetivo oferecer subsídios para o avanço das pesquisas nessa área temática. O levantamento inclui dissertações/teses de programas de pós-graduação credenciados, bem como artigos publicados em periódicos com seletiva política editorial.
Apresenta-se a seguir um breve panorama da temática, com o objetivo de contextualizá-la e mostrar sua importância para a área da Psicologia e da Educação, particularmente para as práticas de alfabetização.
 
Fundamentação Teórica
A aquisição da linguagem escrita é um objetivo básico a ser alcançado na fase inicial de escolarização, sendo de fundamental importância para o sucesso da aprendizagem escolar. Tal aquisição envolve tanto as questões básicas do domínio do código alfabético, como as relacionadas à sintaxe ou gramática e até mesmo as literárias, que fazem parte da estrutura da língua.
A capacidade metalingüística abrange aspectos fonológicos, lexicais, morfológicos, sintáticos, semânticos e ortográficos da linguagem escrita. São abundantes na literatura as pesquisas, em diversas línguas, que buscam explicar as relações existentes entre essas habilidades metalingüísticas e a aprendizagem da linguagem escrita. Particularmente freqüentes são as pesquisas voltadas para a capacidade de identificar os componentes fonológicos (unidades lingüísticas sonoras) e de manipulá-los de modo intencional (domínio metafonológico). Esses trabalhos mostram a importância da capacidade no início da aprendizagem da linguagem escrita em línguas alfabéticas e demonstram a existência de vínculos entre a possibilidade de efetuar com sucesso tarefas metalingüísticas de manipulação fonológica da linguagem oral e a aprendizagem da linguagem escrita.
O levantamento das pesquisas realizadas com falantes do português brasileiro reveste-se de importância pela potencialidade que oferece de subsidiar estudos na área das habilidades metalingüísticas e aquisição de linguagem escrita.

 Metodologia
Na realização do levantamento foram consultadas as seguintes bases de dados:
-                      portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES, www.capes.gov.br – acessado em 16/08/2003) , no qual constam teses e dissertações aprovadas nos cursos brasileiros de pós-graduação no período de 1987 a 2003 sendo que a produção dos anos 2002 e 2003 foi consultada através de arquivos cedidos pela CAPES, nas áreas de Psicologia, Educação, Letras e Lingüística;
-                      o portal da Biblioteca Virtual de Psicologia (www.bvs-psi.org.br), Banco de Dados LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e SCIELO (Scientific Electronic Library Online) acessados em agosto de 2003 e fevereiro de 2005.
            Para a padronização e organização da busca foram utilizadas as palavras-chave: Consciência Fonológica; Consciência Lexical; Consciência Metalingüística, Consciência Morfológica; Consciência Ortográfica; Consciência Semântica; Consciência Sintática; Fonologia e Alfabetização; Habilidade Fonológica; Habilidade Lexical; Habilidade Metalingüística; Habilidade Metatextual; Habilidade Morfológica; Habilidade Morfossintática; Habilidade Ortográfica; Habilidade Semântica; Habilidade Sintática; Metalinguagem e Alfabetização; Metalinguagem e Aprendizagem; Metalinguagem e Educação; Metalinguagem Leitura e Escrita; Morfologia Lingüística; Morfossintaxe.
            Durante a realização da busca as palavras-chave foram utilizadas separadamente ou cruzadas e a vinculação das mesmas com a aquisição da linguagem escrita foi feita por meio da leitura dos resumos.
 
Levantamento de dissertações e teses
Foram encontradas 96 pesquisas que abordaram de diferentes maneiras as habilidades metalingüísticas e a aquisição da linguagem escrita, no período de 1987 a 2003, sendo 79 dissertações de mestrado e 17 teses de doutorado. Foi feita a análise dos resumos dessas dissertações e teses.
Verifica-se que os estudos sobre consciência fonológica são os que aparecem em maior número (n=64). Também são relativamente freqüentes pesquisas sobre habilidade ortográfica (n=19) e sintática (n=14). Em 13 casos foi mencionada a habilidade metalingüística sem especificações. Oito trabalhos investigaram a habilidade lexical, quatro a metatextual, quatro a semântica e quatro pesquisas trataram da habilidade morfológica. Dois trabalhos referiram-se à metacognição.
Dos 96 estudos, 92 são pesquisas de base empírica. Destas, 74 são investigações que utilizaram diferentes metodologias de coleta e análise de dados e 18 são pesquisas de intervenção, geralmente de natureza experimental.  Dos quatro estudos restantes, dois têm caráter exclusivamente teórico e para dois estudos não há informação. Nossa análise desses achados permite-nos afirmar que a construção de conhecimentos sobre alfabetização e desenvolvimento de habilidades metalingüísticas vem avançando no País, apoiada em pesquisas que começam a considerar as especificidades do português brasileiro.
Com relação aos participantes das pesquisas, 75 foram feitas com sujeitos que não possuem deficiências ou dificuldades de aprendizagem evidentes, 15 trabalharam com sujeitos com alguma dificuldade de aprendizagem ou deficiência, cinco foram feitas com ambos os tipos de sujeitos e uma não especificou as características dos participantes.
Quanto à faixa etária, 80 estudos investigaram crianças, um foi feito com crianças e adolescentes, dois com crianças e adultos, três com adolescentes e quatro com adultos. Em seis pesquisas não foi possível identificar a faixa etária estudada.
A freqüência maior de pesquisas sobre metalinguagem e aquisição da escrita encontra-se nos estados de São Paulo (n=26), Pernambuco (n=25) e Rio Grande do Sul (n=16).
O número de pesquisas na área aumentou significativamente ao longo do período estudado, sugerindo uma crescente preocupação com o tema. Pode-se entender que o enfoque metalingüístico, na explicação dos processos de aprendizagem da linguagem escrita vem ocupando espaço crescente nas investigações dos estudiosos desse tema.
 
Levantamento de artigos em periódicos
            A pesquisa de artigos foi realizada nos bancos de dados da Biblioteca Virtual de Psicologia da USP (LILACS e SCIELO), restringindo-se aos periódicos e números disponíveis na Internet, nas áreas da Psicologia, Educação, Letras e Lingüística. 
Foram encontrados 30 artigos no período de 1987 a 2003. As informações aqui apresentadas foram retiradas dos resumos dos artigos.
Verificou-se que 25 artigos relatam pesquisas com coleta e análise de dados enquanto que cinco consistem em análises teóricas.
Foram identificados inicialmente quais eram os conceitos metalingüísticos investigados, tendo sido encontrados seis tipos de conceitos: os referentes à consciência fonológica, à consciência sintática, lexical, metatextual, ortográfica e uma categoria mais geral sem especificações designada como metalingüística .
Em termos de número de pesquisas, a consciência fonológica vem sendo sem dúvida a mais estudada. Essa predominância acompanha o que se encontra na literatura estrangeira, posto que em se tratando das relações entre habilidades metalingüísticas e aprendizagem da linguagem escrita é sem dúvida sobre o papel da consciência fonológica que se produziu maiores evidências empíricas.
No que se refere aos participantes das pesquisas, encontramos a seguinte distribuição: 13 foram realizadas com indivíduos considerados normais, ou seja, sem dificuldade ou deficiência evidente; uma foi feita com sujeitos normais e com portadores de deficiência; cinco foram realizadas com sujeitos considerados normais e com sujeitos que apresentavam dificuldades ou distúrbios no processo de aquisição da linguagem escrita e seis foram realizadas com sujeitos que apresentavam dificuldades de aprendizagem. As cinco restantes são pesquisas teóricas.
Quanto à faixa etária dos sujeitos das pesquisas, verificamos que 24 foram realizadas com crianças e uma foi feita com adolescentes.
Os periódicos em que foram encontrados os artigos analisados: Psicologia: Reflexão e Crítica; Temas sobre Desenvolvimento; Cadernos de Psicopedagogia; Ciência Cognitiva: Pesquisa e Aplicação; Arquivos Brasileiros de Psicologia; Pró-fono e finalmente Psicologia: Teoria e Pesquisa. A maior freqüência de textos encontra-se em Psicologia Reflexão e Crítica.
Os dados da análise dos artigos permitem afirmar que na maioria das pesquisas foram utilizados diferentes procedimentos de coleta de dados (n=18), ou seja, foram aplicados testes ou provas com o objetivo de verificar o tipo e o nível de desenvolvimento das habilidades metalingüísticas e aquisição da linguagem escrita. São poucos os estudos que visam verificar os resultados de intervenções nessas habilidades (n=07). Há ainda trabalhos de cunho eminentemente teórico (n=05), em geral revisões da literatura ou discussão de conceitos.
Quanto à periodicidade há um aumento progressivo no número de publicações, o que nos sugere o crescente interesse pelo tema e a importância atribuída à questão das relações entre as habilidades metalingüísticas e a linguagem escrita.
 
 
 
Discussão dos Resultados
Para ilustrar a discussão dos resultados e facilitar a comparação dos dados, foram elaborados gráficos que integram as pesquisas publicadas em periódicos e aquelas apresentadas para defesa pública em cursos de pós-graduação, destacando-se aspectos considerados relevantes para os objetivos deste trabalho.
Uma primeira questão deve ser respondida: com que freqüência foram encontradas pesquisas feitas com falantes do português brasileiro, que abordam as relações entre metalinguagem e aquisição da escrita, no período de 1987 a 2003?
Considerando-se as teses/dissertações aprovadas em cursos de pós-graduação e artigos publicados, foram encontrados 126 estudos. Como se vê na Figura 1, houve aumento constante de freqüência, sendo que as teses e dissertações defendidas apresentam-se sempre como mais numerosas do que os artigos publicados em periódicos.
 

Figura 1. Número de teses/dissertações e artigos científicos no período analisado.
Essa constatação nos sugere que uma parte significativa das pesquisas realizadas não chega a ser devidamente divulgada, uma vez que permanecem como estudo não-publicado, de difícil acesso, que só pode ser consultado nas bibliotecas das instituições ou cursos onde foi aprovado. É verdade que nos últimos anos algumas universidades estão implementando bibliotecas virtuais, nas quais as teses defendidas podem ser consultadas via internet, contudo esse recurso ainda está longe de representar uma solução satisfatória para o acesso do público interessado às pesquisas resultantes de mestrados e doutorados. A melhor solução ainda nos parece ser a publicação das pesquisas em periódicos, preferencialmente naqueles reconhecidos e com rigorosa política editorial.
A divulgação da produção científica é uma condição necessária para possibilitar a construção de um corpo teórico consistente sobre as relações entre as habilidades metalingüísticas e aquisição da linguagem escrita nos falantes do português brasileiro e para propiciar a geração de práticas docentes mais competentes e eficazes.
O presente estudo mostrou (Figura 2) que a consciência fonológica é de longe a mais estudada em nosso País, com um volume de 66,7% das teses/dissertações e 80% dos artigos publicados. Essa é também a habilidade metalingüística mais estudada na literatura internacional.

Figura 2. Número de teses/dissertações e artigos científicos por habilidade estudada.
 
Comparando os conceitos estudados nos artigos, com os abordados nas dissertações e teses provenientes dos programas de pós-graduação, observa-se nestas últimas maior diversidade e riqueza temática. Além dos mesmos conceitos que aparecem nos artigos, há nas teses/dissertações estudos sobre semântica e morfologia. Em termos comparativos, é curioso notar que os percentuais são muito semelhantes, respectivamente nas teses/dissertações e nos artigos: consciência lexical 8,3% e 6,7% e consciência metatextual 4,2% e 3,3%; consciência sintática 14,6% e 13,3%. A ortografia vem sendo mais estudada nas teses/dissertações (19,8%) e tem aparecido relativamente pouco nos artigos publicados (6,7%). Relação inversa aparece nos estudos sobre consciência fonológica, que surge em 80% dos artigos (n=24) e com porcentagem menor embora também a mais freqüente (66,7%; n=64) nas teses/dissertações. Essas freqüências observadas seguem em parte as encontradas na literatura internacional: ênfase sobre o papel fundamental da consciência fonológica –e também da consciência sintática-, na aprendizagem da leitura. Na literatura internacional a morfologia e ortografia são bastante estudadas. Entre nós a ortografia vem recebendo atenção, o mesmo não ocorrendo com a morfologia. A diversidade de interesses pode estar relacionada às diferenças na estrutura das línguas, ou seja, do português brasileiro estudado em nosso País em contraste com o inglês e francês, mais estudados na literatura internacional.
De maneira geral é possível afirmar que os achados das pesquisas brasileiras caminham na mesma direção dos estudos feitos com outras escritas alfabéticas, evidenciando a importância da consciência lingüística para a facilitação da aprendizagem da leitura. A variedade de instrumentos e procedimentos utilizados nas pesquisas vem dificultando resultados conclusivos, sobretudo considerando-se que são ainda escassos os estudos de intervenção, longitudinais e outros que possam permitir a verificação de hipóteses causais sobre as relações entre as habilidades envolvidas.
Como era de se esperar dada a natureza do tema, a grande maioria dos estudos centrou seu foco de atenção e análise nas crianças (Figura 3).

Figura 3. Número de teses/dissertações e artigos científicos por faixa etária dos participantes.
 
Com efeito, é nos primeiros anos de vida que se instalam os processos lingüísticos de conhecimento implícito a partir dos quais as crianças chegarão à análise consciente da linguagem, indispensável para a aprendizagem da leitura e escrita. O estudo e compreensão desses processos deve propiciar a criação de práticas de educação e ensino mais apropriadas e favorecedoras da aprendizagem precoce. No entanto, em sociedades como a nossa em que ainda são enfrentados gravíssimos índices de analfabetismo entre jovens e adultos, impõe-se a realização de mais estudos a respeito do conhecimento lingüístico implícito e explícito em jovens e adultos, em suas diferentes formas, ou seja, no âmbito da fonologia, morfologia, sintaxe, ortografia e outras.
As pesquisas analisadas foram feitas, sobretudo, com sujeitos considerados normais ou sem evidência de dificuldades (Figura 4), tanto em teses/dissertações quanto no que se refere aos trabalhos publicados.

Figura 4. Número de teses/dissertações e artigos científicos por característica dos sujeitos.
 
Esse achado parece estar vinculado ao fato de que a literatura na área encontra-se ainda predominantemente voltada para a construção e teste de hipóteses teóricas, preocupadas com o conhecimento e explicação dos diferentes aspectos da consciência metalingüística e seu papel na aprendizagem da linguagem escrita. Essa perspectiva parece ter privilegiado pesquisas em condições habituais de aprendizagem de sujeitos considerados normais. No entanto, estudos de intervenção e longitudinais estão surgindo, sobretudo nos últimos anos, voltados para aprendizes portadores de dificuldades na aquisição da leitura. Os resultados obtidos vêm sugerindo que programas voltados para o desenvolvimento das habilidades metalingüísticas, com antecedência ou durante a aprendizagem da linguagem escrita, trazem vantagens e ganhos para os aprendizes portadores de dificuldades. 
Um último aspecto que consideramos relevante apresentar para fornecer subsídios a pesquisadores interessados no tema, refere-se à região geográfica brasileira em que foram desenvolvidas as pesquisas (Figura 5).
 

Figura 5. Número de teses/dissertações defendidas por região geográfica brasileira.
 
A concentração, nas regiões sudeste e sul, do interesse acadêmico sobre o tema, acompanha sem dúvida a realidade atual da distribuição dos cursos de pós-graduação, concentrados nessas regiões. Vê-se também um grande número de teses/dissertações na região nordeste. É curioso assinalar que elas são provenientes, em sua grande maioria, de uma mesma instituição, a Universidade Federal de Pernambuco, que se destaca como centro consolidado de pesquisas em torno da metalinguagem e linguagem escrita.  
Considerações Finais
Constatamos que os artigos publicados em periódicos acompanham, sempre em menor número, a distribuição de freqüência encontrada nas teses e dissertações. Este achado parece-nos confirmar o papel que os cursos de pós-graduação têm em nosso país na produção de conhecimento científico por meio de pesquisas, uma vez que neles tem origem parte significativa do conhecimento disponível.
Encontramos como evidência dos avanços brasileiros na construção de conhecimento baseado fundamentalmente nos achados propiciados pela investigação, em substituição à simples reprodução de idéias ou recomendações provenientes da especulação e da apropriação de conteúdos que nem sempre respondem às necessidades locais ou mesmo do puro senso comum. 
Finalmente pode-se dizer que esta é uma área de estudos em expansão que vem contribuindo para a compreensão e a intervenção na aprendizagem da linguagem escrita.
 
Referências Bibliográficas
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Capovilla, A. G. S. (2003). Alfabetização e Método Fônico. São Paulo: Memnon.
Cardoso-Martins, C. (Org.). (1996). Consciência fonológica e alfabetização. Petrópolis: Vozes.
Gombert, J.E. (1990). Le développement métalinguistique. Paris: Presses Universitaires de France.
Gombert (2003). Atividades metalingüísticos e aprendizagem da leitura. In: M. R. Maluf (Org.), Metalinguagem e aquisição da escrita: contribuições da pesquisa para a prática da alfabetização (pp. 19-63). São Paulo: Casa do Psicólogo.
Maluf, M. R. (Org.). (2003). Metalinguagem e aquisição da escrita: contribuições da pesquisa para a prática da alfabetização (pp. 19-63) São Paulo: Casa do Psicólogo.
Morais, A. (1998). Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática.
Morais, A. (Org.). (1999). O aprendizado da ortografia. Belo Horizonte: Autêntica.
Nunes, T., Buarque, L. & Bryant, P. (1992). Dificuldades na aprendizagem da leitura: Teoria e prática. São Paulo: Cortez.
Pinheiro, A. M. V. (1994). Leitura e escrita: Uma abordagem cognitiva. Campinas: Editorial Psy.
Zorzi, J. L. (1998). Aprender a escrever: A apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas.
 



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